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“Não sei o nome disso que estamos sentindo um pelo outro e também não me importa. Pode ser o ápice ou o precipício, e tudo bem. E também não sei se teremos habilidade para cultivar isso por três semanas ou por três décadas inteiras. Só sei que agora estou interessado em saber como será o próximo passo.”
Gabito Nunes. (via ccocaines)

forluan:

Luan Santana feat John Kip - 93 million miles


“Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem.”
Caio Fernando Abreu (via paulaferfer)

“Deixe- me perguntar uma coisa: O que é pior? Não conseguir tudo o que você sempre sonhou, ou conseguir, e descobrir que não é o bastante?”
One Tree Hill.  (via resonares)

“Pode ser daqui a uma semana, um mês, um ano ou até mesmo uma década. Mas, se você me encontrar por aí, só te peço uma coisa: não sorria pra mim, não quero correr o risco de me apaixonar novamente.”
Capitulei.   (via soquotes)

“A solidão em si é muito relativa. Uma pessoa que tem hábitos intelectuais ou artísticos, uma pessoa que gosta de música, uma pessoa que gosta de ler nunca está sozinha. Ela terá sempre uma companhia: a companhia imensa de todos os artistas, todos os escritores que ela ama, ao longo dos séculos.”
— Carlos Drummond de Andrade (via desaguas)

“Ultimamente eu ando sentindo um vazio tão grande, não tenho ódio nem amor, estou tanto faz pra mim, pros outros, eu vivo empurrando tudo com a barriga, o que tiver que acontecer vai, se for bom ou ruim, eu não estou nem aí. Eu acho que nunca tive algo pra me preencher, talvez eu sempre fui assim, vazia, mas de vez em quando, tinha umas distrações que não me deixavam perceber o quanto eu sou oca.”
Mariana Gonçalves (via desaguas)

“Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podíamos esperar por crescer?”
Odeio Rótulos (via apenasumadolescente)

“Eu aprendi a me manter de boca fechada, enquanto o coração gritava.”
Demi Lovato.  (via allaxg)

“Meu problema é o medo de ficar louco. Tenho que me controlar. Existem leis que regem a comunicação. A impessoalidade é uma condição. A separatividade e a ignorância são o pecado num sentido geral. E a loucura é a tentação de ser totalmente o poder.”
Clarisse Lispector – Um Sopro de Vida  (via nevou)

Não odeio o Brasil , odeio o que fizeram com ele.


“Um dia desses, eu separo um tempinho e ponho em dia todos os choros que não tenho tido tempo de chorar.”
Carlos Drummond de Andrade. (via umafolhadecarvalho)